Luzia e Berthasaura em Madureira

Venha conhecer a Berthasaura, dinossauro decoberto no Brasil, e a Luzia, remanescente humano mais antigo das Américas! Uma apresentação do Zonas de Cultura, a exposição é fruto da parceria entre a Secretaria Municipal de Cultura e o projeto Museu Nacional Vive.

 

Local:

Arena Fernando Torres

Rua Bernardino de Andrade, 200 

Parque Madureira (Portão 4)

 

Horários de Visitas: 

De terça a sábado

Das 10h às 18h

 

ENTRADA GRATUITA!

Reserve seu ingresso no Sympla clicando nos botões abaixo, ou diretamente no local.

 

 História, ciência e entretenimento

Madureira é palco para a exposição inédita “Luzia e Berthasaura em Madureira”, apresentando a réplica do crânio de Luzia – o remanescente humano mais antigo das Américas -, além da réplica e do fóssil do Berthasaura leopoldinae, encontrado no Paraná em 2021. Esta é a primeira vez que as peças poderão ser vistas pelo público fora do ambiente de museu. Fruto de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Cultura (SMC) – via programa Zonas de Cultura – e o projeto Museu Nacional Vive – cooperação técnica entre a UFRJ, a UNESCO e o Instituto Cultural Vale -, a mostra está disponível desde o dia tem início no dia 24 de maio.

 

Para abrigar Luzia e o dinossauro, dois contêineres de 14 metros quadrados cada foram instalados em frente à Arena Carioca Fernando Torres, no Parque Madureira (portão 4). Um totem com conteúdo audiovisual, além de painéis ilustrativos, completam a mostra, que fica em cartaz até 7 de setembro. Uma experiência única!

 

Luzia: uma mulher com mais de 11.500 anos

Datado de mais de 11 mil anos, o crânio de Luzia é uma das peças que ficou sob os escombros do Museu Nacional/UFRJ, destruído por um incêndio em 2018. O remanescente humano foi encontrado em Pedro Leopoldo, região metropolitana de Belo Horizonte (MG), onde um projeto prevê instalar a unidade a aproximadamente 900m do sítio arqueológico da Lapa Vermelha.

 

Luzia teria por volta de 25 anos de idade, e seu nome foi uma homenagem ao achado de um outro esqueleto conhecido como Lucy, que teria vivido há 3.2 milhões de anos na atual Etiópia, na África. 

 

Ela foi encontrada durante uma campanha de escavação arqueológica Franco-Brasileira, na década de 1970, liderada por Annette Laming-Emperaire. Luzia teria vivido há 11.500 anos, gatilho para uma pergunta: o que o seu achado poderia nos contar sobre esse passado tão distante do que hoje conhecemos como Brasil?

 

Berthasaura leopoldinae: um dinossauro muito raro

O novo dinossauro foi batizado Berthasaura leopoldinae, homenageando duas mulheres fantásticas: Bertha Lutz (1894-1976), uma pesquisadora do Museu Nacional/UFRJ que atuou muito em defesa dos direitos políticos das mulheres, e a Imperatriz Maria Leopoldina (1797-1826), uma grande incentivadora das ciências naturais e uma das incentivadoras da independência do Brasil, que completará 200 anos em setembro. Além disso, é uma homenagem à escola de samba Imperatriz Leopoldinense.

 

Sobre o projeto Museu Nacional Vive

Em resposta ao enorme desafio de reconstrução do Museu Nacional, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e o Instituto Cultural Vale firmaram um acordo de cooperação técnica para implementação do projeto Museu Nacional Vive que, atualmente, conta com o patrocínio platina de BNDES, Bradesco e Vale; apoio do Ministério da Educação (MEC), Bancada Federal do Rio de Janeiro, Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e do Governo Federal, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Conheça melhor o projeto no site museunacionalvive.org.br

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